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Coleta de móveis e galhos gera cobranças na Câmara Municipal

por Pedro Marconi publicado 08/04/2026 15h33, última modificação 08/04/2026 15h33
Coleta de móveis e galhos gera cobranças na Câmara Municipal

Caminhão passa pelos bairros a partir de cronograma da secretaria de Meio Ambiente. Autoria: Divulgação

Parlamentares apontam acúmulo de resíduos em bairros e pedem melhorias no serviço e cumprimento do cronograma


A coleta de resíduos volumosos ou de descarte incomum, como móveis sem uso, sucatas, galhos e restos de poda de árvores, voltou a ser debatida na Câmara Municipal. Durante as explicações pessoais na 9ª sessão do ano, na segunda-feira (6), os parlamentares citaram várias reclamações de moradores sobre a prestação do serviço por parte do município.

Segundo o vereador Ademilson (MDB), existe um excesso de resíduo acumulado em bairros como o Novo Bandeirantes, Ana Eliza, Silvino e Ecoville. “Nestas regiões temos sujeira na frente de várias casas. Procurei a secretaria municipal de Agricultura e Meio Ambiente que pode levar até 30 dias para recolher. É muito tempo. A coleta de móveis e galhos está deixando a desejar. O município acostumou a população com o recolhimento e agora precisa continuar”, comentou.

O vereador Pi da Terraplanagem trouxe mais destalhes sobre a situação do Ana Eliza. “Têm pontos com madeira e galhos do ano passado. Estamos esperando se vão apresentar um plano de ação para limpar esse e outros bairros da cidade. O caminhão passa numa rua, não vai na outra, mesmo vazio, e depois não retorna”, disse. O vereador Gallego encaminhou indicação pedindo a limpeza na região do Santo Amaro, Novo Bandeirantes e Ana Eliza.

A vereadora Viviani Vallarini (PSD) cobrou maior fiscalização sobre o cronograma de limpeza que é disponibilizado no site da própria secretaria. “Esse cronograma poderia funcionar como a coleta de lixo e o caminhão passar (nos dias certos). Recebemos muitas reclamações de que a coleta não tem passado”, destacou.

O Poder Legislativo deverá se reunir nos próximos dias com a secretária de Agricultura e Meio Ambiente para reforçar as demandas e buscar uma solução. “Tenho cobrado semanalmente que nos passem a programação, porém, temos notado que às vezes o caminhão entra num bairro, passas pelas primeiras ruas, enche e a impressão é que não volta”, afirmou o presidente da Câmara, Odair Paviani.



  






 

 

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