Após cobranças dos vereadores, coleta de móveis e galhos tem mudanças em Cambé
Município reorganiza serviço com divisão por regiões, promete maior regularidade e amplia fiscalização para enfrentar pontos críticos
Pauta constante de cobranças na Câmara Municipal neste ano, a coleta de resíduos volumosos (como móveis sem uso, sucatas) e de jardinagem (galhos e restos de poda de árvores) foi pauta de reunião, na última semana, entre os vereadores e o prefeito Conrado Scheller (PSD), a secretária municipal de Meio Ambiente e Agricultura, Roberta Queiroz, o secretário municipal de Comunicação, Thiago Mossini, e o secretário municipal de Governo, Frederico Ferreira.
Participaram do encontro, realizado no gabinete do chefe do Executivo, os parlamentares Odair Paviani (PL), presidente da Casa, André do Carmo (PL), Dr. Fernando Lima (União), Lucas Mil Grau, Patrícia da Farmácia (PL), Pi da Terraplanagem (MDB), Viviani Vallarini (PSD) e a assessoria do vereador Gallego (União).
Após os apontamentos dos vereadores, que têm acompanhado de perto vários problemas em relação ao serviço, além de ouvir moradores, o município anunciou mudanças na coleta. A cidade foi dividida em quatro grandes regiões para otimizar o cronograma: Novo Bandeirantes, Santo Amaro, Ana Rosa e Centro. A expectativa agora é de que o caminhão passe recolhendo os materiais, em média, a cada 20 dias. A exceção é a grande região do Ana Rosa, que, pela extensão, o prazo médio é de 30 dias.
Além disso, o acompanhamento pela secretaria vai ser reforçado, com os responsáveis fazendo fotos dos locais em que os resíduos foram retirados para comprovação e análise da extensão do que foi realizado. Os encarregados por este trabalho foram chamados para uma reunião recentemente para alinhar a nova estratégia. Já nos pontos críticos da cidade, uma equipe está dedicada com maquinário para fazer a coleta.
Os vereadores destacaram a importância das medidas e pediram uma maior divulgação do cronograma de coleta e mutirões para dar conta de toda a demanda.
CONSTRUÇÃO CIVIL
A secretaria de Ambiente informou que os resíduos de construção civil de até um metro cúbico agora estão sendo recebidos no aterro de Cambé. A permissão é válida para as pessoas de baixa renda.







